Perasháh Ki Tetsê 5781

פניני היהדות

Pérolas do judaísmo

Ki Tetsê

O abismo entre as gerações
“Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe” (Deuteronômio 21:18).

O problema nos é bem conhecido: a fossa que se instaura entre pais e filhos. A Torá descreve esta situação de uma forma direta e o texto continua: “Castigado, não lhes dá ouvidos”. A Torá não precisa em que consiste a desobediência do filho. Ela se manifesta nas ruas, consiste em andar com más companhias, em tomar drogas e consiste em levar uma vida completamente sem estrutura? Nós não sabemos quais são os motivos que invoca o “filho rebelde” para justificar sua recusa de obedecer aos seus pais.

Podemos supor que o filho em questão não fica inativo. A juventude é, em geral, calorosa e pode ser que este filho não tenha escondido suas reivindicações contra o mundo de seus pais e contra sua forma de pensar, reivindicações que não lhe permitem aceitar seus conselhos e seu estilo de vida.

Antes da passagem sobre o “filho rebelde”, a Torá nos fala de “um homem que tem duas mulheres, um a quem ama e uma a quem odeia, a uma e a outra lhe deram filhos” (Deuteronômio 21:15). E retornando mais atrás no texto, ouvimos falar do guerreiro que fez prisioneiros, e entre eles, “uma mulher formosa” que ele deseja e quer desposar.

Os numerosos comentadores da Torá consideram o conjunto destes casos como uma corrente de reações sociopsicológicas. Quando o desejo carnal provoca um homem a desposar uma mulher que não lhe serve, compreende-se que uma família assim formada se torna um cadinho onde são misturados o amor e o ódio. É de uma família como esta, onde o amor verdadeiro não reside, que se arrisca de emergir o “filho rebelde” de nossa parashá.

Contra a fossa que separa as gerações, a Torá propõe uma medida severa. Os pais deste filho o deverão condenar publicamente perante os anciãos da cidade: “Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissoluto e beberrão” e a punição é proclamada imediatamente: “Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão até que morra, assim eliminarás o mal do meio de ti, todo o Israel ouvirá e temerá”.

Uma solução tão extrema assim parece estar fora de proporção, não somente aos nossos olhos, mas também aos olhos dos sábios da “Mishná” e do Talmud. Isto é dito de forma explícita pelo Rabino Shimon, um mestre do século II: “O filho contumaz e rebelde nunca existiu e não existirá jamais no futuro” (Sanhedrin 71a).

Nós somos os responsáveis. Nossos sábios não puderam colocar somente no filho a responsabilidade sobre a situação em que ele se encontra. Uma geração revoltada pode apenas ser a consequência da sociedade onde ele está e onde foi educado. Esta é a razão por que nossos mestres retomaram esta passagem, palavra por palavra, se aplicando para limitar de forma draconiana as condições dentro das quais os pais podiam acusar publicamente seus filhos e exigir sua condenação.

O Rabino Yehuda declara: “Se sua mãe não era digna de seu pai, não se trata de punir o filho rebelde. Se um dos pais é aleijado, ou cego, ou surdo, ou mudo, não se punirá o filho rebelde, pois está escrito: e o pegarão seu pai e sua mãe “algum de seus pais não pode então ser aleijado; “e eles o farão sair” e, portanto, se trata de um pai beberrão; «e eles dizem: “seus pais não podem ser mudos, etc. (Mishná Sanhedrin, cap. 8, mishná 4).»

O Talmud Babilônico, por sua parte, desenvolve ainda uma lista de casos que impedem de qualificar um filho como rebelde: “Se sua mãe não é digna de seu pai por causa da força de sua voz, altura e figura – não se pode declarar “filho rebelde” (Tratado Sanhedrin 71a).”
Compreende-se que, com este gênero de limitações, é, na realidade, impossível de qualificar uma criança de “rebelde” no sentido de nosso versículo. Mas mesmo assim devemos compreender que o versículo nos oferece uma advertência. Ela nos lembra que uma geração de pais é suscetível, sem se dar conta, de fazer nascer uma geração de “filhos rebeldes”.

Como disse a Mishná, não se pode condenar uma criança cujos pais são “aleijados”, ou seja, que eles se comportam como se fosse impossível a eles levantar um dedo para melhorar a qualidade do meio onde vivem seus filhos. Não se pode acusar as crianças de pais que são “beberrões”, ou seja, que são incapazes de ir ao encontro de seus filhos, sobretudo se isto implica em renunciar aos seus próprios prazeres.

Como acusar um filho do fato de seus pais serem “mudos” ou “cegos”, pois fecham os olhos ou preferem não dizer nada quando são confrontados com os problemas que assolam seu filho, preferindo se deter do que agir quando ainda há tempo?

Última observação: não se pode acusar um jovem de se deixar “enlamear” quando seus pais são “surdos”, ou seja, que eles não ouviram, ou não querem ouvir, sua demanda quando tentava obter mais atenção de sua parte, mais compreensão e amor.

De acordo com a Mishná, só se pode acusar um filho e o condenar se existe um certo grau de harmonia entre os pais “do ponto de vista da voz, da aparência e da altura”. De outra forma, ela diz que se deve certificar que os pais não falam ao filho com duas linguagens divergentes, eles devem ter a mesma concepção do mundo e que tenham tentado, juntos, de partilhar com seu filho, sem ceder às influências e tendências da sociedade e sem colocar suas próprias necessidades em primeiro lugar.

Deve-se reconhecer que não é fácil encontrar hoje em dia casais de pais que respondam a estes critérios e nós entendemos por que nossos mestres chegaram à conclusão de que “o filho rebelde nunca existiu e jamais existirá”.

Pensamento da Semana

Disseram nossos sábios…
«Um Tsadik não reclama por não haver fé no mundo… ele adiciona fé. Um Tsadik não reclama por não haver justiça no mundo… adiciona justiça. Um Tsadik não reclama por haver maldade no mundo… ele adiciona bondade»
HaRav Avraham Itschak HaCohen Kook, ZT»L
Shabat Shalom Umeborach

שבת שלום ו מ בו ר ך

פניני היהדו ת

Acto conmemorativo en memoria de las Hermanas Touza y todos aquellos justos pero desconocidos que fueron luz durante el Holocausto Nazi

Con motivo de la Festividad de Hanukkah, la Cámara de Comercio Israel Iberoamérica realizó un acto conmemorativo en memoria de las Hermanas Touza y todos aquellos justos pero desconocidos que fueron luz durante el oscurantismo del Holocausto Nazi en la Segunda Guerra Mundial.

El presidente de la Diputación Foral de Ourense, Manuel Baltar, ha recibido hoy de manos de Juan Carlos Piñeiro Docampo, director regional para Galicia y países de habla portuguesa de la Cámara y Corporación Multilateral de Comercio de Israel y América Latina (CMCCII), un «Menorah», el candelabro o lámpara de aceite propia de la cultura hebrea, uno de los objetos simbólicos más importantes del judaísmo. El propósito de la donación es honrar la memoria de las hermanas Touza y resaltar la relación de Ourense con el pueblo judío. La placa conmemorativa dice: «A la Honorable Diputación de Ourense, en agradecimiento por la preservación de la historia de la comunidad judía de Ourense y Galicia».

Manuel Baltar agradeció la distinción y prometió que la Menorah «será exhibida en el Palacio Provincial», destacando «la gran labor humanitaria realizada por las hermanas Touza, un referente de solidaridad y un ejemplo de sintonía entre personas y pueblos».
Al acto celebrado en el Pazo Provincial también asistieron las concejalas de Ribadavia Noelia Rodríguez y Cristina Otero, y por videoconferencia, Assaf Morán, Ministro Consejero de la Embajada de Israel en España, y David Obando Abraham, Presidente de la CMCCII.
Los actos de recuerdo de las hermanas Touza continuaron por la tarde en Ribadavia, en el Centro de Información Judía de Galicia, con una recepción por parte del alcalde de la localidad, César Fernández, a quien se le entregó otra Menorah, en honor a Lola, Amparo y Julia Touza, las tres hermanas que desde Ribadavia ayudaron a salvar a cientos de personas que huían del Holocausto nazi durante la Segunda Guerra Mundial.

Para la Cámara de Comercio Israel Iberoamérica, es un honor el tener la oportunidad de conmemorar a estos verdaderos héroes, los cuales merecen ser recordados como ejemplo para las generaciones futuras.

A continuación, los interesados podrán encontrar la grabación de esta conferencia ya dividida por secciones para que les sea más fácil observarlas.

Menorah para la Diputación y Ribadavia para honrar a las hermanas Touza

La Cámara Multilateral de Comercio y Corporación de Israel e Iberoamérica recordó a las ribadavienses que ayudaron a los judíos a escapar del nazismo

Ourense e Israel honran ás irmás Touza coa doazón dunha “Menorah”

Manuel Baltar agradeceu a distinción e comprometeuse a que a Menorah “figurará exposta no Pazo Provincial”

Ourense e Israel honran ás irmás Touza coa doazón dunha "Menorah" á Deputación

O presidente da Deputación de Ourense, Manuel Baltar, recibiu hoxe de mans de Juan Carlos Piñeiro Docampo, director rexional para Galicia e países de fala portuguesa da Cámara Multilateral de Comercio e Corporación de Israel e Iberoamérica (C.M.C.C.I.I.), unha "Menorah"

73 ANIVERSARIO ▒ Concierto en Honor al Día Nacional del estado de Israel

Desde la Sede Regional en Costa Rica y como una actividad enfocada para Iberoamérica, LA COMUNIDAD ANTIGUA SEFARD DE ISRAEL y La Cámara Multilateral de Comercio y Cooperación Israel-Iberoamérica organizo este 14 de abril un concierto virtual para conmemorar el 73º aniversario de la creación del Estado de Israel.  Para ello, la reconocida agrupación costarricense EDITUS, ganadores de 3 premios Grammy, darán un concierto virtual gratuito. Para el evento varias organizaciones se reunieron para ofrecer un show de primer nivel que cumpla los parámetros de salud que exige la actual pandemia.
El concierto dará inicio a las 7 p.m Hora de Costa Rica – 08:00 p.m. Ciudad México – 09:00 p.m. Chile. Los interesados en participar pueden ver el concierto en vivo en la página de Facebook de esta Cámara.
“Estamos muy complacidos de traerle al público nacional e internacional esta actividad. La independencia de Israel es una fecha de gran relevancia para la comunidad judía y la población en general, por lo cual varias instituciones y empresas nos unimos para celebrarla en una actividad de unión y cultura”, destacó el Sr. David Abraham, presidente de la Cámara Multilateral de Comercio y Cooperación Israel-Iberoamérica.

NOTAS DE PRENSA SOBRE EL EVENTO CULTURAL EN CONMEMORACIÓN DEL 73º ANIVERSARIO DE LA INDEPENDENCIA DE ISRAEL

¿Qué le parece disfrutar de un concierto virtual gratuito a cargo de Éditus? Le contamos que con motivo del 73° aniversario de la independencia de Israel, la Cámara Multilateral de Comercio y Cooperación Israel Iberoamérica, y la Comunidad Judía Sefardita de Costa Rica (CASEI), [leer mas]…

“Estamos muy complacidos de traerle al público nacional e internacional esta actividad. La independencia de Israel es una fecha de gran relevancia para la comunidad judía y la población en general, por lo cual varias instituciones y empresas nos unimos para celebrarla en una actividad de unión y cultura”, [leer mas]…

Con música y reflexiones, la Cámara Multilateral de Comercio y Cooperación Israel Iberoamérica, y la Comunidad Judía Sefardita de Costa Rica (CASEI) entre otros, invitan a todos los costarricenses y al pueblo iberoamericano en general a participar y conmemorar esta importante fecha. FOROS SANTANDER, [leer mas]…